Lançamento dos Livros: "Profissão Exorcista e Os Danos do Espiritismo"

14-09-2018

Profissão Exorcista

Ser exorcista não é uma profissão, mas «um ministério de misericórdia» essencial para a vida da Igreja, insiste o padre Cesare neste seu livro.
"O diabo não é um mito ou uma invenção para nos levar a sermos melhores, afirmam os exorcistas, isto é, aqueles que, depois de terem feito estudos específicos para serem capazes de compreender se uma pessoa está ou não verdadeiramente possessa, receberam um mandato especial do seu bispo. [...] O exorcistado é um ministério dramático... É necessário ter uma fé muito forte e nervos de aço, com discernimento, para saber reconhecer o "fumo de Satanás" que se difunde subtilmente mesmo dentro da Igreja - como disse, uma vez, o papa Paulo VI. E, no entanto, os
exorcistas têm a certeza de que o poder do demónio não poderá fazer mal à comunidade dos fiéis, como explica uma passagem do Evangelho de Lucas: [...] "[Eu] dou-vos poder para pisar aos pés serpentes e escorpiões e domínio sobre todo o poderio do inimigo; nada vos poderá causar dano"
(Lc 10,18-19)» (Da «Introdução»).

* Os mais chocantes casos de possessão e libertação
Pe. Cesare Truqui, com Chiara Santomiero

Os Danos do Espiritismo

Milhões de pessoas dão-se ao «espiritismo» para estar em contacto com algum familiar defunto,procurando de boa fé um conforto para a sua dor ou por brincadeira, confiando-se ao mundo do oculto com superficialidade. Em todo o caso, trata-se de pessoas que creem estarem a aproximar-se do Além, mas de facto afastam-se de Deus. Este livro, escrito por um conhecido exorcista italiano, oferece a prova absoluta das práticas espíritas (desde a escrita automática ao pêndulo) que tentam evocar os mortos para interrogá-los. Não é um ensaio teológico para especialistas, mas
uma narração de experiências neste campo que pode fazer luz sobre um assunto atual, através das referências à Bíblia e à doutrina da Igreja. Um texto sério para quem deseja aprofundar o tema, útil para quem não quer deixar-se enganar e indispensável a quem já caiu na ratoeira.